Paulo Moreira Escritor

Curadoria de Links Semana 1

Links semanais que eu e a comunidade achamos interessantes compartilhar. Os três pilares da curadoria são Escrita, História e Comportamento, mas links sobre Meio Ambiente, Redes Sociais e Discussões Filosóficas também são bem-vindos. Use este formulário para mandar sugestões.

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Vídeo: Como ler como um escritor?

Em inglês.

A versão em texto desse vídeo está disponível no Medium.

Como criar um ritmo forte em sua história

Em inglês.

Resumo:

Escreva iniciando com um acontecimento físico que terá resultados físicos e subjetivos. No fim, algo será aprendido ou concluído.

Ponto 1: Acontecimento físico (uma batalha)

Ponto 2: Consequência física do ponto 1 (um ferimento)

Ponto 3: Consequência subjetiva do ponto 1 (o guerreiro se acha inútil)

Ponto 4: Conclusão ou aprendizado (o guerreiro decide aprender a lutar melhor)

Por que eu sai das redes sociais

Por Julia Bausenhardt

Um relato de como as redes sociais prejudicam a vida dos artistas e suas vendas.

Em inglês.

O (nem tão) self-made man

Por Lucas/Lapso Trivial

Já Bill Gates é filho de um famoso advogado corporativo e de uma empresária bem sucedida, responsável por apresentar sua startup à IBM, além de ter recebido de seu avô um fundo de um milhão de dólares, geralmente omitido de sua biografia.

E a lista vai longe. O Facebook recebeu um investimento de cem mil dólares do pai de Mark Zuckerberg. A família de Elon Musk fez fortuna na África do Sul ao explorar trabalhadores em minas de esmeralda durante o período do apartheid. Jeff Bezos começou a Amazon com duzentos e cinquenta mil dólares de seu pai.

A Cyberus tá com um novo edital: "Distopia - Falando de lado e olhando pro chão"

Contos que tenham como cenário um Brasil futurista distópico/ totalitário.

O prazo para submissão dos contos vai até às 23h59 do dia 01 de dezembro de 2021. A lista com as pessoas aprovadas será liberada até o dia 01 de fevereiro de 2021.

Publicação em e-book. Autor não paga.

A história esquecida do cretinismo, a doença que assolou os Alpes

A carência de iodo pode ter resultados drásticos no ser humano. Aqueles homens e mulheres acusados de nanismo, severamente atrasados, de aparência deforme e com chamativos bócios não sofriam senão uma ausência congênita de iodo. Não eram cretinos, senão doentes.

Ocorre que os solos alpinos e dos pireneus eram pobres em iodo. Extremamente pobres. A maior parte de iodo do planeta concentra-se nos oceanos, e chega aos solos continentais através da chuva. É ali onde os cultivos o absorvem para alimentar, posteriormente, o organismo humano.

Thor e seu visual na cultura pop

Pelos doutores Leandro Vilar de Oliveira e Victor Hugo Sampaio

Ao contrário de deuses como Odin, que pareciam estar mais conectados a questões aristocráticas e de realeza, Thor era visto como um deus mais próximo e acessível aos humanos, sobretudo dos camponeses. Se somarmos isso ao que foi dito no parágrafo anterior, entendemos um dos títulos para se referir ao deus: alda bergr, “protetor dos homens” (Davidson, 1990, p. 91). Para que se tenha uma noção dos principais atributos e características do deus e os mitos mais fundamentais a seu respeito, remetemos o leitor, aos seguintes materiais: Davidson, 1990, Simek, 2007, Langer, 2015; Lindow, 2019. Também já foram feitas análises sobre o deus Thor nas HQ’s (Oliveira, 2014) e no primeiro filme da Marvel, comparando-o às fontes da mitologia escandinava (Alves, 2021).

Jeronymo Monteiro: O pai da ficção científica brasileira

Por Silvio Alexandre/Publishnews

Menino, Jeronymo descobriu um tesouro na Venda do Seu Elias, na rua do Hipódromo: livros. Foi assim que começou a ler e se apaixonou para sempre pela leitura. Quando podia, escapava de casa e se enfiava na venda do "Turco", que achava graça no interesse do menino e o deixava ler tudo que tinha. Conheceu assim os livros do romancista e ensaísta inglês H. G. Wells, o primeiro responsável por sua paixão pela ficção-científica e, também, o "culpado" de Jeronymo aprender sozinho italiano, inglês, espanhol e francês, pois queria ler Wells nas línguas que encontrava.

Um papo com Jarrid Arraes, escritora cearense negra que revoluciona o cordel e o coloca no mesmo patamar do grande cânone literário

Entrevistada por Mariana Payno/Vogue

Sobre rótulos, olha, é claro que eu tenho um rótulo. Basta ver como me apresentam. Muitas vezes eu não concordo com o que dizem. Recentemente me apresentaram como militante. Falar sobre esses assuntos faz isso. Mas toda literatura é política, não só a minha. A literatura que só fala sobre as viagens a Europa, e as ruas de São Paulo, e o protagonista jornalista com crise, e o escritor de meia idade com óculos de armação fina que só escreve aquilo que conhece, e os livros que se parecem tanto, que quase não tem personagens que não são brancos - se é que tem -, e os personagens negros que são todos estereótipos batidos e cansados, e a inabilidade das curadorias de conhecer autores do Norte do Brasil, tudo isso é político. Não me incomodam os rótulos, porque a partir deles eu falo sobre essas coisas. Eu quero que a gente fale, converse, se incomode, quem sabe melhore, ou só tenha crise de criatividade.

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